Boa noite a todos!
Sou professora Neide e também sou cursita do Melhor Gestão e Melhor Ensino.
Meu primeiro contato com a leitura e escrita foi com a
minha primeira professora: Dona Terezinha, com a canção das vogais. Tinha eu
seis anos e não me esqueço até hoje. Enquanto ia cantando, ela desenhava na
lousa. “O A é uma menina de cara redondinha que usa duas tranças e na ponta uma
fitinha”. Uma excelente professora que sabia muito bem a didática infantil.
Lembro claramente que meu primeiro ano foi um ano
maravilhoso, porém, o segundo ano não foi tão bom assim. Meu professora não
apresentava a didática e a paciência antes apresentados pela primeira
professora. Posso afirmar que foi um ano muito difícil.
Já as séries seguintes foram tranquilas, onde as professoras
apresentavam suas aulas de uma maneira mais tranquila e a leitura fazia parte
do nosso cotidiano diariamente.
Quando tive minha primeira filha, comecei a ler contos e
fábulas todos os dias para ela dormir. Logo, acabei se tornando sua professora
particular, na própria pré-escola, incentivando-a a ler e a aprender. Através de pequenas atitudes lendo contos
antes de dormir, pedir à ela que terminasse a história de modo a incentivar a
imaginação, etc.
Sempre tive contato com livros, jornais, revistas para meu desenvolvimento.
A leitura sempre fez parte do meu cotidiano e foi maior ainda quando cursei a
faculdade de Letras. Onde, meu professor e mestre: Sandro incentivou-me muito a
ler nas entrelinhas e principalmente a leitura constante, dentre seus livros
sugeridos: O Crime do Padre Amaro, obra o escritor português Eça de Queiroz, entre
outros. Como resultado deste grande incentivo e a importância de ler na
entrelinhas, a curiosidade foi tanta que não parei mais de ler. E percebi que estas
experiências vivenciadas tornaram-se reais na minha profissão.
Lendo o livro de Dalai Lama cuja a frase “Leia mais livros e
assista menos televisão” fez com que eu estabelecesse critérios e criasse
momentos de ter o prazer de ler e escrever. Hoje, pratico a leitura no ônibus,
no trem, em casa, e em todos os lugares que posso criar oportunidades do
conhecimento.
Portanto, eu incentivo a leitura aos meus alunos e ensino
que ler, é só começar.
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