sexta-feira, 14 de junho de 2013

Boa noite a todos!
Sou professora Neide e também sou cursita do Melhor Gestão e Melhor Ensino.
Meu primeiro contato com a leitura e escrita foi com a minha primeira professora: Dona Terezinha, com a canção das vogais. Tinha eu seis anos e não me esqueço até hoje. Enquanto ia cantando, ela desenhava na lousa. “O A é uma menina de cara redondinha que usa duas tranças e na ponta uma fitinha”. Uma excelente professora que sabia muito bem a didática infantil.
Lembro claramente que meu primeiro ano foi um ano maravilhoso, porém, o segundo ano não foi tão bom assim. Meu professora não apresentava a didática e a paciência antes apresentados pela primeira professora. Posso afirmar que foi um ano muito difícil.
Já as séries seguintes foram tranquilas, onde as professoras apresentavam suas aulas de uma maneira mais tranquila e a leitura fazia parte do nosso cotidiano diariamente.
Quando tive minha primeira filha, comecei a ler contos e fábulas todos os dias para ela dormir. Logo, acabei se tornando sua professora particular, na própria pré-escola, incentivando-a a ler e a aprender.  Através de pequenas atitudes lendo contos antes de dormir, pedir à ela que terminasse a história de modo a incentivar a imaginação, etc.
Sempre tive contato com livros, jornais, revistas para meu desenvolvimento. A leitura sempre fez parte do meu cotidiano e foi maior ainda quando cursei a faculdade de Letras. Onde, meu professor e mestre: Sandro incentivou-me muito a ler nas entrelinhas e principalmente a leitura constante, dentre seus livros sugeridos: O Crime do Padre Amaro, obra o escritor português Eça de Queiroz, entre outros. Como resultado deste grande incentivo e a importância de ler na entrelinhas, a curiosidade foi tanta que não parei mais de ler. E percebi que estas experiências vivenciadas tornaram-se reais na minha profissão.
Lendo o livro de Dalai Lama cuja a frase “Leia mais livros e assista menos televisão” fez com que eu estabelecesse critérios e criasse momentos de ter o prazer de ler e escrever. Hoje, pratico a leitura no ônibus, no trem, em casa, e em todos os lugares que posso criar oportunidades do conhecimento.

Portanto, eu incentivo a leitura aos meus alunos e ensino que ler, é só começar. 

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